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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Apresentador conta suas experiências na Web!

Quinta-feira , 14 de Janeiro de 2010

Confiram abaixo uma matéria públicada no site da globo, dia 13/12. A matéria completa exibe uma reportagem de Tiago Leifert e Jorge Aragão.. mas como o blog é dedicado ao Tiago, editamos! E assistam também ao vídeo com a entrevista completa...

A internet completou 40 anos em 2009, mas, no Brasil, a rede só chegou com força há cerca de 14 anos. Hoje, já se pode falar em mais de uma "geração" de internautas, com diferentes pontos de início e graus de exposição à cultura digital. Para falar um pouco sobre suas experiência na web brasileira, o G1 convidou para um bate-papo o jornalista Tiago Leifert.

O jornalista Tiago Leifert, de 29 anos, lembra que teve seu primeiro contato com a web no final dos anos 1990, em um shopping de São Paulo. “Eu fui lá e era caro para caramba. Sentei em frente ao computador e não sabia direito o que fazer, nem como usar aquilo”, conta o apresentador do Globo Esporte, que começou a procurar por sites de marcas famosas. “Também acessei endereços como os da CIA, FBI e NASA. Achei legal. Nunca imaginei que chegaria ao que a internet é hoje”, admite. “Tentei mandar um e-mail para o Jô Soares. Abri o browser, que era o Explorer, e escrevi o endereço do e-mail dele no lugar do endereço das páginas WWW”, conta o jornalista. “Achei estranho porque não apareceu nenhum campo de texto para eu poder escrever a mensagem. Tentava enviar e não ia. Não entendi o que estava acontecendo. Demorei muito para saber que era preciso ter uma conta de e-mail para poder enviar mensagens. Paguei mico mesmo”, acha graça. O jornalista, que já foi DJ no finzinho dos anos 1990, aproveitou o boom do MP3, depois de descobrir os programas específicos para baixar e tocar música. "Foi um processo de autoaprendizado que levou tempo, mas que realmente mudou tudo para os DJs e quem gosta de música", afirma Leifert, emendando uma pergunta para Aragão: "você vende sua música na internet hoje?". “Não, ainda não. Tenho conversado isso com o pessoal da gravadora. Começamos a vender música para celular (ringtones). Mas sempre a minha preocupação foi 'é legal fazer isso?'.Eu gosto da coisa que pode ser feita direito, dentro da legalidade”, disse Jorge Aragão, acrescentando que ainda não vende sua obra na web porque no início tinha o medo de estar sendo ilegal. “Mas eu vou negociar mesmo via internet as músicas”, afirmou. Leifert também não gosta quando usam sua identidade para enganar pessoas na web, mas admite que, dependendo do caso, até aprovaria um fake. “Se fizerem um Twitter falso meu para ser humorista eu iria adorar. Mandaria mensagens para ele, vou ajudar”, garante ele que tem vários fakes “sem graça” pela rede. “Tentei combater alguns no começo, principalmente no Orkut. Mas não dá. Então, o que eu fiz: tenho contas oficiais no Orkut, no Facebook e uma no Twitter. Quem quiser me encontrar, com um mínimo de investigação, vai conseguir”, aposta. Para o jornalista, já é hora de organizar a quantidade de informações no mundo. “Imagino que o browser vai virar um agregador. Você vai abrir um grande painel de controle e nele você vai ter seu Twitter aberto, seu MSN, todos os seus amigos conectados e seus sites favoritos em uma coisa só. Você vai começar a restringir sua navegação e deixá-la mais fácil”, aposta.

Fonte: Globo.com Editado por: JuJu

VÍDEO

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