Uma cabeça e muitas idéias. No comando da edição paulista do Globo Esporte desde o começo de 2009, Tiago Leifert, 29 anos – entrevistado de hoje “EM OFF” – mexeu com a linguagem do telejornalismo esportivo. As reportagens tradicionais foram abolidas. A simples leitura do “teleprompter” para chamar as matérias perderam lugar para improviso e espontaneidade. Desde então, leveza, muita criatividade e doses fortes de humor invadiram a telinha e têm embalado o dia-a-dia do esporte.
O formato deu tão certo, que a edição nacional do Globo Esporte adotou uma “cara” semelhante. Quem liga a TV tem a impressão de que tudo pode no programa. Na verdade, QUASE tudo:
- Polêmica inútil não entra. Bate-boca de dirigente não entra. Bate-boca de jogador com técnico do outro time também não entra. Esse tipo de leva-e-traz que algumas pessoas gostam de fazer, a gente não faz. De resto, tá valendo – diz Tiago, com as normas na ponta da língua.
Mas com tanta ousadia nas idéias, é comum a própria equipe ter dúvidas ou mesmo reprovar algo que não tenha funcionado no ar. Mas a ordem é tentar:
- A gente tá numa época boa pra errar ainda, menos de um ano e meio no ar. Então a gente se permite errar. A gente prefere errar do que perder a piada. Então a gente erra e depois fala “pô não deu certo então já aprendemos que essa aí não vai funcionar”. Mas é uma tentativa e erro – conclui Tiago.
No vídeo abaixo, veja a entrevista completa ‘EM OFF” e relembre alguns momentos marcantes e divertidos de Tiago Leifert no Globo Esporte.
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