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sábado, 22 de janeiro de 2011

Campus Party: Tiago Leifert conta como é sua relação com o Twitter

Postado por Matheus Gonçalves - em 21/01/2011 20:09
Blog: TOAD GEEK

Por Matheus Gonçalves,
direto da Campus Party
Em uma das melhores palestras do evento, o apresentador explicou com seu costumeiro bom humor, como a sua empresa lida com as redes sociais, e a liberdade ao usar a linguagem mais nerd.
Tiago Leifert esteve  na Campus Party para um bate-papo com os campuseiros.

 
Tiago Leifert, durante bate papo com os campuseiros. (Crédito: Matheus Gonçalves)
As principais perguntas, claro, eram relacionadas ao seu comportamento no Twitter, cujo perfil é @TiagoLeifert.
O comunicador, que é formado nos EUA, defende a liberdade de expressão como um bem que não pode ser negado a ninguém.
Claro que existem algumas regras sobre o que pode ou não ser dito – como assuntos internos – mas que ele pode manter seu tom extrovertido sem nenhum problema, desde que use o bom senso.
Quanto a liberdade de expressão, Leifert fez uma ótima analogia: “A gente pode não gostar dos posts anti-gays no twitter, mas a gente não pode proibir o cara de se expressar. É muito melhor que ele fique lá e que exista um verdadeiro exército contra, criticando, mandando twitts! Porque isso ajuda a mostrar quão errado ele está” – explicou.
Ele, que se considera um nerd, demonstrou entender muito bem como funcionam as redes sociais e explicou que o Twitter não tem tanto alcance como os usuários acham.
Para se ter uma idéia, o dia de maior audiência de sua emissora, durante a Copa do Mundo da FIFA, foi justamente na data escolhida por alguns usuários do micro-blog para um boicote nacional às transmissões.
Ao perguntar “Quantas pessoas aqui mesmo não tem Twitter?”, duas pessoas se manifestaram. “Tá vendo? Até aqui tem gente que não tem Twitter. Não há como ser uma ameaça. Não ainda.” – brincou, arrancando risos de quem assistia.
Outro ponto citado foi que na rede não há espaço para erros. Uma informação incorreta é prontamente corrigida por algum leitor e isso se torna uma ótima ferramenta para o jornalista.
Apesar disso, não há como considerar o Twitter um bom produto para analisar o valor estatístico de seu programa, uma vez que a enorme maioria das pessoas que acompanha seu perfil já o faz por gostar do programa.
“Às vezes eu entro no Twitter e faço uma pesquisa sobre o concorrente, em um dia que o programa foi muito ruim, e ele está cheio de comentários elogiosos… Isso me faz pensar se os elogios ao meu programa são sinceros. Se meu programa realmente está bom” – confessou.

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